O ex-jogador Lico do Flamengo é um autêntico ícone do futebol brasileiro que muito contribuiu com o time campeão mundial de 1981. Imortalizado com um busto na Gávea, esse craque precisou encerrar sua carreira cedo por causa de contusões
O futebol possibilita que um garoto do interior do Brasil possa realizar seu sonho de ser um grande jogador de futebol através de determinação, treinamento árduo e um pouco de sorte. A história de um menino catarinense que se tornou campeão do mundo e virou busto no Flamengo é um exemplo de como os sonhos podem se tornar realidade.
Smart TV 4K 65″

Cinema em casa!
- Reconhecimento de Voz Inteligente
- Amazon Alexa integrado
- Compatível com Apple Home
- Controle Remoto por App (LG ThinQ)
O futebol é uma caixinha de surpresas, e muitas vezes, um jogador pode sair da obscuridade para se tornar uma lenda nos gramados. No caso de Antônio Nunes, o Lico, essa trajetória é um verdadeiro conto de fadas futebolístico. Nascido em Santa Catarina, ele começou sua jornada profissional no modesto América de Joinville, em 1970. Poucos poderiam prever naquela época que viria a brilhar nos maiores palcos do futebol mundial.
A trajetória até o Fla
Após passagens por diversos clubes do sul (Figueirense, Grêmio e Avaí, entre outros), Lico começou a chamar a atenção no ano de 1980. Logo após, desembarcou no Rio de Janeiro onde conquistou 10 títulos com a camisa do Fla. Inicialmente, ficava no banco para ser uma alternativa ao ídolo Zico, mas acabou se tornando muito mais do que isso, após retornar de um empréstimo.
O destro Lico encontrou seu lugar no time titular graças à chegada do treinador Paulo César Carpegiani, que o escalou como falso ponta-esquerda em um time de lendas como Zico, Leandro, Tita , Mozer e Júnior. Sua inteligência, movimentação, técnica e velocidade fizeram dele peça-chave na histórica conquista da Copa Libertadores da América e da Copa Intercontinental de 1981.

Campeão Mundial em 1981
Autor de 17 gols pelo Clube de Regatas do Flamengo, Lico jogava para o time, apesar do inegável talento individual.
Na conquista memorável da Taça Libertadores de 1981, Lico teve papel fundamental com intensa movimentação e passes sempre muito precisos, mas não marcou — os gols do Flamengo naquela campanha foram marcados por: Zico (11), Nunes (6), Adílio (3), Baroninho (3), Chiquinho (2), Tita (1), Anselmo (1) e Marinho (1).
Lico também participou da maior conquista do Fla. No Mundial Interclubes de 1981 (patrocinado pela Toyota, reconhecido pela FIFA e realizado em Tóquio), contra o Liverpool, quando os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Nunes (2 gols) e Adílio. No entanto, o maior mérito da equipe era o conjunto e o alto nível técnico de Zico, Lico, Andrade, Tita e Junior, entre outros, que deslizavam pelo campo como maestros, tocando a bola no ataque com a cadência e a precisão de uma sinfonia, até que alguém arrematasse a gol e balançasse as redes adversárias.
A prematura despedida
Porém, como em todo grande conto, também houve momentos de adversidade. Duas cirurgias no joelho obrigaram Lico a pendurar as chuteiras em 1984, aos 33 anos de idade. Mas seu legado estava solidificado, e sua contribuição para o futebol brasileiro e para o Flamengo permanece viva na memória dos torcedores.
Lico do Flamengo, um verdadeiro craque
Lico pode ter começado sua jornada como um jovem talento em Santa Catarina, mas seu destino o levou a alcançar as estrelas no Flamengo. Sua história é um lembrete inspirador de que, no mundo do futebol, os sonhos podem se tornar realidade, e os heróis podem surgir dos lugares mais inesperados. Para os rubro-negros, Lico será para sempre uma lenda imortal, cujo nome será lembrado com reverência e gratidão sempre que o manto sagrado for vestido.













