“Obina é melhor que Eto’o”: a incrível trajetória do goleador rubro-negro que cativou a torcida com determinação e gols
Obina é uma figura icônica na história do Flamengo que conquistou a admiração e o carinho dos torcedores com sua entrega e faro de gol.
Ele iniciou sua jornada no Flamengo em 2005, deixando uma marca indelével desde o início. Conhecido por sua força física, agilidade e precisão nas finalizações, Obina se tornou um dos favoritos da Nação, após alguma instabilidade inicial durante sua adaptação.
O centroavante conquistou o título de tricampeão carioca, evidenciando sua perícia em campo (além disso, ele também conquistou duas Taças Guanabara e uma Taça Rio). Mais ainda, Obina eternizou seu nome ao erguer a taça da Copa do Brasil, demonstrando não apenas sua competência, mas também um papel fundamental nas vitórias do time.
“Obina é melhor que Eto’o”
O ápice de sua trajetória no Flamengo foi mesmo durante a Copa do Brasil de 2006, na qual o atacante desempenhou um papel crucial na conquista do título. Seus gols decisivos e sua atuação incansável em campo o transformaram em um verdadeiro herói para os torcedores.
E foi durante o Campeonato Brasileiro de 2006 que surgiu o carinhoso canto “Obina é melhor que Eto’o”, no qual a Nação homenageava seu goleador comparando-o ao melhor centroavante do mundo em atuação naquele ano, o atacante camaronês do Barcelona Samuel Eto’o.
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Apesar de ter deixado o clube em 2007, Obina permanece na memória dos torcedores como um guerreiro que defendeu as cores rubro-negras com paixão e dedicação. Seu estilo vibrante e sua conexão única com a torcida fazem dele uma figura eternizada na história do Fla.
A história de Obina
Nascido em 1979 na Bahia, Manuel de Brito Filho (seu nome de batismo) jogava futebol amador em Baiacu, no interior baiano, quando foi descoberto por um olheiro do Vitória e encaminhado para testes em Salvador. Em 2003, foi emprestado ao CRB e Fluminense de Feira de Santana, onde se destacou ao marcar um gol importante contra o Fluminense do Rio de Janeiro durante a disputa da Copa do Brasil.
Ao retornar ao Vitória em 2004, ele se tornou artilheiro do Campeonato Baiano. Integrando um time com jogadores renomados, como Vampeta e Edílson, ele brilhou na Copa do Brasil, marcando cinco gols e levando o time baiano às semifinais (quando foram eliminados pelo Flamengo). No entanto, apesar dos 17 gols do goleador, o Vitória enfrentou dificuldades durante o Brasileirão, resultando no rebaixamento.

Obina na Arábia
Obina foi vendido ao Al-Ittihad da Arábia Saudita no ano de 2004. Sua transferência para o clube, no entanto, não foi livre de desafios, enfrentando resistência do treinador devido às suas raízes brasileiras. Mesmo assim, sua habilidade e determinação marcaram sua passagem, contribuindo para a trajetória do time árabe.

Obina na China
Em 2011, Obina partiu para uma experiência no futebol chinês, assinando contrato com o Shandong Luneng, campeão da liga chinesa. Sua passagem foi breve, retornando ao Brasil no ano seguinte, em 2012. Embora curta, a incursão de Obina nos campos asiáticos adicionou um capítulo interessante à sua trajetória, proporcionando-lhe experiências únicas e desafios do outro lado do globo.
Obina no Japão

Em dezembro de 2014, o centroavante Obina firmou contrato com o Matsumoto Yamaga, ingressando no cenário do futebol japonês. Ao longo de sua passagem pelo clube, participou de 40 partidas e balançou as redes 8 vezes. Contudo, a partir de 2016, lesões o afastaram dos gramados.
O legado de Obina
Em um anúncio feito em agosto de 2018, Obina comunicou oficialmente sua aposentadoria aos 35 anos, encerrando uma carreira notável que deixou sua marca em diversos clubes ao redor do mundo.
Obina atou por: Flamengo, Palmeiras, Atlético Mineiro, América Mineiro, Vitoria, Bahia, Al-Ittihad, Shandong Taishan e Matsumoto Yamaga, entre outros.
Obina não foi apenas um jogador, com 124 gols pelo time da Gávea, ele personificou o espírito de luta que caracteriza o Mengão. Sua presença em campo era sinônimo de gol e determinação, deixando um legado que ecoa nos corações dos torcedores até os dias de hoje.












