Considerado com todos os méritos como o maior ídolo do Flamengo em todos os tempos, Zico marcou com sua imensa categoria as páginas do futebol brasileiro e mundial
Zico, o magistral craque, é uma lenda incontestável do futebol brasileiro e mundial, mas é no coração dos torcedores do Mengão que ele brilha com mais intensidade. Durante sua carreira vitoriosa no clube carioca, ele se tornou uma figura icônica, uma paixão para os rubro-negros.
Um dos momentos mais memoráveis da trajetória de Zico no Flamengo foi a conquista da Copa Libertadores em 1981. Naquela competição, ele liderou o time com impressionantes habilidade e determinação, conduzindo o Fla à sua primeira vitória no torneio sul-americano. Zico, conhecido por sua visão de jogo e precisão nos passes, desempenhou um papel fundamental nessa jornada histórica, consolidando sua reputação como um dos melhores jogadores de sua época.

A glória internacional não parou por aí. No Mundial de Clubes de 1981, o Flamengo enfrentou o Liverpool e triunfou, com Zico mais uma vez desempenhando um papel preponderante. Sua maestria no campo, combinada com sua capacidade de distribuir passes precisos para gols cruciais, consolidou seu status como um verdadeiro ícone do esporte ao ser novamente decisivo naquela memorável vitória por 3 x 0.
Nos campeonatos nacionais, Zico também se destacou. Durante sua passagem pelo Flamengo, o clube conquistou diversas edições do Campeonato Brasileiro de 1980, 1982 e 1983. Zico, carinhosamente conhecido como “Galinho de Quintino,” era o líder incontestável da equipe, cativando os corações dos torcedores com seu carisma, profissionalismo, caráter e talento.
Tanto pela categoria quanto pela inteligência, pelos gols marcados e pelos passes precisos, a carreira de Zico no Flamengo é uma história repleta de conquistas, paixão e dedicação. Ele deixou uma marca indelével na história do clube e é lembrado com carinho e admiração por gerações de torcedores. O legado de Zico transcende o campo de futebol e permanece como um exemplo de excelência esportiva e comprometimento com as cores rubro-negras.
Os gols de Zico, o maior ídolo do Flamengo
Zico marcou um total de 508 gols atuando no Clube de Regatas Flamengo. Ao todo, Zico marcou mais de 800 gols em sua carreira, demonstrando seu incrível talento como artilheiro.
Gols com o pé direito: É sabido que Zico era habilidoso com ambos os pés, mas é bastante razoável afirmar que a esmagadora maioria dos gols dele tenha sido marcada com o pé direito.
Gols com o pé esquerdo: Zico também era competente com o pé esquerdo, embora provavelmente tenha marcado menos gols com esse pé em comparação com o direito.
Gols de cabeça: Muitos jogadores com a habilidade de Zico marcam uma porcentagem bem menor de gols de cabeça em relação aos gols com os pés. Com Zico isso também aconteceu, embora seu oportunismo e sua colocação na área tenham lhe permitido marcar muitos de cabeça, incluindo um muito mal anulado após um escanteio durante a Copa do Mundo de 1978.
Gols de falta: Zico era famoso por sua precisão nas cobranças de falta. Ele marcou numerosos gols de falta ao longo de sua carreira, e esses belos gols são uma parte significativa de seu legado, sem dúvida.
Gols de pênalti: O Galinho também marcou muitos gols de pênalti, embora a grande maioria de seus gols tenha vindo de jogadas em movimento.
Zico na Seleção Brasileira
Sua contribuição para a Seleção Brasileira é também um ponto de destaque, com um dos feitos mais notáveis sendo a conquista do Torneio Bicentenário dos Estados Unidos em 1976, ao lado de Roberto Rivellino, Paulo Roberto Falcão, Marinho Chagas, Gil e Roberto Dinamite, entre outras feras, onde Zico, vestindo a camisa 8, foi fundamental para a conquista do Brasil. Além disso, Zico integrou a Seleção na Copa do Mundo de 1982, naquela que é considerada uma das melhores de todos os tempos, dessa vez usando a camisa 10.
Camisa 10 da Seleção
Após a aposentadoria de Rivellino, Zico aceitou o desafio de vestir a camisa 10 da Seleção Brasileira, carregando o peso da tradição deixada pelo Rei Pelé e pelo “Patada Atômica”. Como camisa 10, Zico continuou a impressionar com sua classe e maestria, sendo fundamental na equipe nacional durante os anos 80. Ele demonstrou sua versatilidade e habilidades de liderança, consolidando seu status como um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro. Sua passagem como camisa 10 da Seleção é lembrada como um período de brilho e excelência, exemplificada quando comandou o meio de campo do Brasil durante a Copa de 1982, naquele que é considerado até hoje uma das melhores times de todos os tempos, contribuindo para a rica história do futebol brasileiro.
Zico na Itália
A passagem de Zico pelo futebol italiano é lembrada como um capítulo importante em sua carreira. Em 1983, Zico transferiu-se para a Udinese, um clube da Série A italiana. Sua chegada a Udine foi um evento de grande destaque, e ele imediatamente se tornou uma figura central na equipe. Zico atuou ao lado de outro ídolo do futebol carioca, seu amigo Edinho, que era ídolo do Fluminense e ajudou a convence-lo a se transferir. A parceria entre Zico e Edinho foi especial, e os dois desfrutaram de uma ótima sintonia em campo, impressionando os torcedores da Udinese com suas atuações de alto nível. Posteriormente, a dupla conquistaria o Campeonato Brasileiro pelo Flamengo (Copa União).
Essa passagem pelo futebol italiano consolidou ainda mais a reputação de Zico como um dos maiores talentos do futebol mundial e contribuiu para seu legado como um dos melhores jogadores da história. A influência positiva que Zico teve na equipe e no país contribuiu para seu status como uma lenda do esporte.
Arigato, Zico
A passagem de Zico pelo Japão deixou uma marca indelével na história do futebol japonês. O craque brasileiro, conhecido como “Galinho de Quintino,” chegou ao Kashima Antlers em 1991, e sua presença foi transformadora. Zico rapidamente se tornou um ícone no país, e seu estilo de jogo refinado e suas habilidades técnicas encantaram os torcedores japoneses. O ponto alto de sua carreira como jogador no Japão foi a vitória na J-League com o Kashima Antlers em 1993. O título da liga foi conquistado de forma convincente, e Zico desempenhou um papel fundamental naquela conquista, tanto como jogador quanto como uma influência positiva em seus companheiros de equipe.
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Além de sua carreira como jogador no Japão, Zico também deixou sua marca como treinador. Ele assumiu o comando da seleção japonesa de futebol em 2002 e liderou a equipe na Copa do Mundo daquele ano, conquistando os corações dos torcedores japoneses e levando o time às oitavas de final. Sua influência no desenvolvimento do futebol japonês continuou após sua aposentadoria como treinador, contribuindo para o crescimento do esporte no país e fortalecendo a relação entre o Brasil e o Japão no mundo do futebol. Zico é lembrado como uma figura icônica que desempenhou um papel crucial na evolução e no sucesso do futebol japonês.
Zico como técnico de futebol
Como treinador, Zico trabalhou com: Seleção Japonesa, Seleção Iraquiana, Fenerbahçe, Kashima Antlers, CSKA Moscou, Olympiacos, Bunyodkor, Al-Gharafa e Goa, entre outras equipes.

Zico comentarista
Recentemente, Zico passou a comandar seu próprio programa na TV, o “Resenha do Galinho”, na Jovem Pan.
Exemplo e inspiração
Zico encantou multidões e inspirou gerações, transformando a paixão pelo futebol em uma celebração da arte. Seu legado não é apenas de conquistas e números impressionantes, mas de um amor profundo pelo jogo, de uma dedicação incansável à excelência e de uma humildade que cativou a todos que tiveram o privilégio de vê-lo em campo. O Brasil, o Flamengo e o mundo do futebol sempre reverenciarão Zico como um ícone, um mestre, e uma lenda cujo nome ecoará para sempre nos corações dos apaixonados por este esporte maravilhoso.












